quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

O Galão

Não sei porquê mas esperei pela conversa em jeito de entrevista, da Clara de Sousa ao Santo Videirinho. Estava eu desligado do patuá quando martelou, no martelo auricular, saído da "matraca" do dito cujo, as palavras, "ERÁRIO PÚBLICO"! Porra! Também tu bruto! Assim de repente, de repente, lembrei-me da módica soma de vinte mil contos (cem mil euros, jovens!) do "Erário Público", que o homem, na altura secretário de estado da cultura, pagou a uma actriz brasileira, para a moçoila apresentar uma peça de teatro com as mamas ao léu. A coisa correu mal! Manfios acorreram para ver as tetas da actriz de novelas. Mandaram bocas, a gaja chateou-se e abalou pró Brasil com as vinte milenas encafurnadas no bisaco! Reza a história, que o Videirinho, se comeu o quindim mais alguma vez, foi lá por terras de Vera Cruz. Falando ainda em regalório, sabe-se que a grande obra deixada pelo Pirata-Das-Discotecas, pela a Figueira da Foz (sem figos, mas com figas disponíveis!) foi, lembro-me eu, uma estrondosa conta de taxi e à pala do "Erário Público"! Rosnou-se, com inveja, que o Mais-Lindo terá papado casadas a granel!
Ora bem! Dizia eu que, quando ouvi "ERÁRIO PÚBLICO", que o Flopes tanto quer poupar, pensei: Ouvi mal! Será HORÁRIO PÚBICO? Hora do papanço? Fiquei na dúvida e mudei de canal! Senti-me vágado! Estivesse eu a esticar cabos de micros e câmaras, lá dentro, no estúdio e teria dito: Ó xôr D'tôr! Olhe que é só ERÁRIO!!! Fáxavôr, consulte um dicionário! (Upa! Até rimou!)
Suspeito que o Galão quer "subir para cima"! Digo eu, côs nervos!

S.P.Neto

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