terça-feira, 3 de novembro de 2026

POESIA SOLTA

 





POESIA SOLTA!

Chego a casa e os meus três gatos livres e selvagens desatam a miar feitos esfaimados. Não estão! Respondo-lhes dizendo:
-Calem-se ó esfomeados de poesia! - Calaram-se!
Ao mais escanzelado dos felinos, vou passar a chamar-lhe... Natália. Sim é uma fêmea e esgadanha-me a porta todos os dias, o raio da bichana!

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

UMA MÉDICA DE QUINZE ANITOS



UMA MÉDICA DE QUINZE ANITOS!

Uma menina de 15 anos entrou para a Faculdade de Medicina! Quinze anitos! Eu entrei tarde para a primária. Como aquilo era pouca coisa para mim, passaram-me para a 2ª classe! Aí apanhei uma prof que me dava porrada a valer quase todos os dias. Mandaram-me de volta para a primeira classe onde apanhava menos!! Cantávamos o hino tuga e levantávamos a patita para a saudação nazi! Era assim no tempo da ditadura! Mais tarde, muito mais tarde, no liceu, em "liberdade", um aluno perguntou à prof porque é que não de dava 20 valores!? Resposta; ninguém "recebe" vintes! Ok!

Aos 22 e já com um pé na ESBAP com olho no curso de arquitectura, parei e disse para mim: mas que caralho é que ando aqui a fazer??? Emigrei e andei por lá uns 20 anos! Ganhei uns dólares jeitosos a vergar a mola na construção! Fiz dois filhos, a mulher mandou-me à merda, tenho 16 livros de BD publicados, um carro com 36 anos, uma motinha nova, um salário mínimo(quase!) e passo os fim-de-semana a visitar tascas com o maralhal das motas! Só bebem dois copitos e estão sempre a esfregarem-se no alcatrão!

Pinar, agora, é só quando apanho uma tola... e estão cada vez mais esquisitas! Mas... tá-se! Gostei da entrevista da menina que já deve ser médica operadora! Os gatitos e cães da vizinhança fogem dela como o Diabo da cruz!! Diz-que! É espevitada e o paizinho é médico! 

O meu, até teve três restaurantes e mandou-me sempre à merda! Não me queria por perto nem a assar frangos! A velha já está no lar a borrar-se toda nas fraldas! Eich sorte malvada! Agora estou à espera da herança! São uns troquitos porque o grosso da maquia desapareceu! A Passareca chorou muito no funeral do velho! Hummmm... Não admirava a gaja andar sempre a trocar de carro! Que a matrafona sacava o tusto aos velhos lá isso sacava! O que é que eles lhe faziam? Lambiam-lhe a passareca! Pois; daí a alcunha! Bá... bou-me desta! Inté!!

Diário de Anne Frank - Uma fraude!

 

O Diário de Anne Frank: uma fraude!



Há mais de vinte anos Robert Faurisson*
denunciou a impostura do Diário de Anne Frank, e demonstrou através de exaustivas investigações e perícias, não só a ladina fabricação dos diários, mas também desmascarou o escandaloso negócio em que se transformou mais essa falsificação histórica.

Há muitas histórias sobre como teria surgido o famigerado Diário de Anne Frank — cada uma contradizendo e desqualificando a anterior — e, apesar do grande empenho dessas entidades judias especializadas em falsificações,

nunca lograram fabricar nada de realmente convincente. Pelo contrário, a fraude é evidente e só a boa-fé ou a credulidade das pessoas ainda lhe dá algum alento.

Numa dessas histórias — logo filmada preto-e-branco — os "originais" teriam sido encontrados no sótão por trás da parede falsa do apartamento onde a família Frank se escondera. Segundo o obscuro enredo da lenda, os descuidados agentes da Gestapo que reviraram e esquadrinharam o apartamento não viram o diário, um grosso volume de capa dura... Mais sorte teve a vizinha que o encontrou de imediato! Mas sorte mesmo, teve o pai de

Annelise, o banqueiro Otto Frank. Quando este voltou de Auschwitz após a guerra, foi visitar o apartamento e sem saber que a vizinha já tinha encontrado o diário, encontrou-o novamente, desta vez no meio de outros papéis no chão do aposento! Já o tinham encontrado, também, no forro do tecto! E foi esse o teor do confuso testemunho que Otto Frank apresentou ao

tribunal onde foi julgado no processo que lhe moveu o argumentista judeu Meyer Levin.

A história do "diário" e das suas inúmeras edições e reedições, sempre espantosamente "melhoradas" e “actualizadas", está repleta de desentendimentos e demandas judiciais entre o pai, o tio, os editores, o compilador, o ghost-writer, enfim, todos de olho no filão interminável que representa a posse dos direitos autorais.

Em 1959 o escritor Meyer Levin, que se apresenta como o verdadeiro autor do "diário", moveu uma ação contra Otto Frank por falta de pagamento. Na ocasião, especialistas do American Council Letter atestaram que o "diário" não poderia ser obra de uma adolescente, e tudo desmoronou quando grafologistas e peritos do tribunal, além de apontarem as escandalosas inconsistências de estilo e de grafia, ainda encontraram várias passagens do "diário" escritas com caneta esferográfica, que só foi inventada vários anos depois da morte da menina.

O ghost-writer Meyer Levin ganhou a acção, e o banqueiro Otto Frank foi condenado pelo Supremo Tribunal dos Estados Unidos a pagar-lhe uma indemnização de cinquenta mil dólares.

Para sustentar e reforçar a história do "diário", e do "holocausto", inauguraram em Amsterdão um "Museu Anne Frank", onde crédulos e ingénuos turistas são levados a assistir à encenação do infindável e lucrativo “sofrimento” judaico.


OBSERVAÇÕES:

Apesar de vários países – como nas mais sórdidas ditaduras – cidadãos que ousam questionar as "verdades" impingidas pelo Congresso Mundial Judaico, a denúncia de fraudes históricas vem derrubando, uma a uma, os grandes mitos do “holocausto” judeu!, entre os quais o Diário de Anne Frank, que era um dos seus mais importantes sustentáculos, por se dirigir aos corações e às mentes impressionáveis de crianças e adolescentes.

Hoje causa espanto a ultrajante desfaçatez com que essas organizações judaicas fingem ignorar as provas da escandalosa fraude do "diário", e continuam – sem nenhum pudor – com o cínico embuste, pregando o nome "Anne Frank" a institutos, teatros, colégios, e a ruas e praças das nossas cidades.





Robert Faurisson é especialista na análise de textos e documentos históricos e ensinou literatura francesa na Universidade de Lyon de 1974 até 1990. Os seus escritos sobre a questão do holocausto apareceram em vários livros e em numerosos estudos e trabalhos académicos.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Quim Trampolim 1

 


QUIM TRAMPOLIM

“O CARACOL QUE FAZIA CÓCÓ DE VÁRIAS CORES”!


Quim Trampolim era assim chamado porque os seus colegas de escola lhe puseram a alcunha. É que o rapaz nunca parava! Sempre a correr de um lado para o outro, aos pulos, a trepar árvores, a saltar muros e sei lá que mais. O raio do ganapo não parava!

Naquele dia de Verão, num Sábado, saltou imediatamente da cama, às seis horas da manhã, para ir ver desenhos animados! Todas as crianças faziam o mesmo, para desespero dos pais, que queriam dormir mais um pouquinho. Quim tem nove anos e, diz-se investigador! Gosta de ver programas de televisão sobre bicharada. Assim, quando ligou a TV, estava a passar um documentário sobre caracóis! Quim gosta muito de caracóis mas, não para os comer! – “Blhéc” disse ele!

Resolveu então, pesquisar sobre caracóis. Tinha visto alguns no terreno da parte de trás da casa. E lá foi ele, com a sua lupa na mão. Andava sempre com uma lupa, no bolso de trás dos calções. Ele chamava-lhe scope porque foi assim que aprendeu na escola, com os seus colegas canadianos. Quim Trampolim nasceu no Canadá, onde vivia com os seus pais. Depois mudaram-se para Portugal mas, nunca mais se esqueceu da palavra scope!

Na parte do terreno onde ele tinha visto alguns caracóis a passear, agachou-se, sacou da lupa e começou a pesquisar os rastos de baba dos caracóis. Reparou, com a sua scope que havia umas caganitas que ele, imediatamente reconheceu com sendo caganitas de caracol e estas caganitas tinham várias cores! – “Ui, que estranho”, disse ele! Investigou, investigou até que descobriu que os caracóis andavam a comer os rótulos das garrafas, latas de feijão, etecetera, que estavam dentro do balde da reciclagem! – “Ora bolas” disse o Quim! “Eu a pensar que eram caracóis extraterrestres”!

sábado, 21 de março de 2026

Histórias de um emigrante 6

 CHUCK! CHUCK NORRIS!

Fui em tempos idos um gajo fanático por cinema. Já a viver em Toronto, cheguei a ir todos os dias ao cinema. Saía do trabalho, cansado, depois de oito horas de labuta na construção, corria para casa e ala que se faz tarde, para o cinema! Por aqueles lados do Atântico as estreias eram constantes. Muitos dos filmes eram para consumo interno seja nos EUA ou Canadá. Alguns desses filmes, se algum dia viessem para a Europa, eram falhanços épicos de bilheteira! Comédias fraquinhas do Adam Sandler e o seu grupinho de judeus(sim tudo judeus!), de gargalhada de cenas parvinhas era mato! Eu via toda a trampa! Aliás, via tudo!
Quando comecei a ler nos jornais que equipa de filmagem X e Y iam estar em local tal e tal, acreditem, faltava ao trabalho! Foi assim que assisti a muitas filmagens e conheci vedetas do cinema americano! Depois de ver um filme canadiano, reconheci uma das actrizes; era minha vizinha da porta ao lado em Kensington Market, hoje, um bairro de malta alternativa, artistas, músicos, etc etc! Foi divertido ter vivido neste bairro, paredes meias com a Chinatown e o bairro português da Augusta Street e a Nassau!
Nomes de grandes actores americanos com quem interagi e alguns deles no princípio de carreira foram; Matt Dillon, Bette Midler,(divertida o raio da mulher!), o doido do John Goodman(era ele mesmo quem ia cumprimentar o pessoal que estava a assistir às filmagens e até Robert de Niro a Jane Fonda, vistos ao longe porque isto era gente de outro gabarito, enfim, foi divertido! Perdi a hipóteses de conhecer ao vivo e a cores o meu, para sempre, actor favorito; Marlon Brando! Filmava em Scarborough, a 30 km de Toronto, com Matthew Broderick o filme "Caloiro da Mafia"! (Creio que era este o nome em português.). Desta vez, não podia faltar ao trabalho! Noblesse oblige!
Depois destas minhas pequenas aventuras pelo mundo das filmagens, só podia ter um sonho; ir até Hollywood! E fui, em pleno Dezembro. Numa semana gastei uma pequena fortuna. Aluguei carro e cirandei. Fui até a Disney World, na altura julgo que era o único parque no Planeta! Estava apinhado de gente. Dei meia volta. Fui até a Paramount. Tinham por lá um parque de diversões incríveis. Quase passei a mão pelo pêlo de "o Tubarão", lá estava a casa, no alto, do fime "Psicho", a cidade de cowboys e a respectiva pancadaria, os cenários anos 40 dos filmes dos mafiosos, e sei lá que mais. Que pena não haver smartphones para sacar uma fotos. Estava eu sentado na "secção" das cenas de astronautas e afins quando o speaker diz em voz alta que tinha acabado de entrar Chuck Norris e os seus dois filho! Ouviu-se um bruá e pouco vi dele! No pavilhão da Viacom estavam interditas a visitas, Perguntei porquê. Michael Jackson estava a filmar, foi a resposta!
A minha visita a Los Angeles, Hollywood e Burbank tinham chegado ao fim. Quando voltei a Toronto, fiz as contas e vi que tinha gasto cerca de dois mil dólares em... 1988!
Foi do caraças para pagar aquela conta do meu cartão de crédito. Acho que a minha "tesura", nunca mais recuperou desde aquele tempo! Mas pronto, "matei" este sonho e dei pasto aos olhos!

quinta-feira, 5 de março de 2026

VIRIATO SOROMENHO MARQUES







Ainda há pessoas respeitáveis, lúcidas, honestas e imparciais. Enquanto assim for, nada está perdido, diz Pedro Gamboa, de Viriato Soromenho Marques, que fala assim da sociedade iraniana;

(...)
A sociedade iraniana é muito complexa e sofisticada. O grau de instrução da população, incluindo a feminina, é muito elevado. A relação com o Ocidente, apesar de todos os motivos de queixa, está longe de ser hostil, como qualquer turista europeu disso tem experiência como turista. Estudos de opinião revelam que até os Estados Unidos são mais populares no Irão do que, por exemplo, em França. Os autores ocidentais, modernos e clássicos, são apreciados. A cinematografia iraniana é uma das melhores do mundo. (...)
Num país onde 17% da população com 25 anos ou mais já tem pelo menos uma licenciatura — ou equivalente — e onde há mais de 3,2 milhões de estudantes universitários, reduzir o Irão a um retrato de atraso é, no mínimo, “preguiçoso”? (...)
Sim. A sua capacidade tecnocientífica faz inveja à maioria dos países europeus. Em 2024, um estudo do Australian Strategic Policy Institute indicava que o Irão estava entre os primeiros cinco países mais avançados em oito tecnologias, de entre as 64 mais críticas na atualidade. É uma sociedade que coabita com o regime, sem lhe dar nem particular simpatia, nem um apoio incondicional. Contudo, julgo que Washington e Telavive nunca podem ser “padrinhos democráticos” de um povo que querem lançar no caos e na miséria, como têm feito por todo o Médio Oriente.(....)
E, já agora, deixo uma palavra final para expressar a minha profunda tristeza pelo colapso político, para não dizer ético, da União Europeia. Tenho desgosto em dizê-lo, mas parece que somos governados por vultos e sombras, quase indistintos entre si, tal a ausência de pensamento, para já não falar de carácter, que campeia. Esses vultos, em vez de condenarem o ataque, juntam-se aos lobos.
Contudo, essas sombras não produzem os poderosos uivos de predador, mas sim latidos suaves de obediência e submissão ao chefe da alcateia.
(...)
Viriato Soromenho Marques, (excertos de entrevista a Tiago Palma)

MUITO MAIS QUE O SIONISMO!


"SE TRUMP NÃO ATACASSE O IRÃO, CAIRIA…

Por que Trump obedece às ordens de Israel? Porque simplesmente Israel pode acabar com a carreira de Trump em um único dia, se soltar o que tem nos arquivos Epstein. Não só Trump, mas quase todos deputado, senadores, governadores, sejam republicanos ou democratas. A grande maioria deles seguem amarrados na coleira da rede de chantagem sionista.
Epstein era um ativo do Mossad, o serviço secreto de Israel. O que é um ativo? É alguém que coleta e transmite informações, operando numa rede maior de espionagem, chantagem, compra e venda de influência. Epstein era apenas umas das aranhas numa imensa teia de captura de moscas.
Como Epstein agia? Aplicando a tática conhecida como "honey trap". Essa armadilha de mel nada mais é do garantir a realização dos fetiches sexuais de quem se pretende coagir. Por exemplo, se o fetiche de um político, bilionário ou artista é fazer orgia com crianças e depois comer suas carnes (como tudo indica que andou acontecendo), Epstein realizava sem pudor.
Realizava! Mas filmava, fotografava e registrava tudo. Depois era só deixar com que os lobistas sionistas fizessem o resto.
Ou seja, se a mosca capturada obedecer, vai poder eternamente realizar suas fantasias macabras no sigilo da ilha, do Lolita express ou de alguma das mansões. Vai ter financiamento de campanha e apoio jurídico para fazer suas maracutaias.
Mas... Se na hora que tiver que tiver que votar envio de armas a Israel não o fizer, começa a conta gotas da exposição pública. Se criticar Israel publicamente, a morte política acontece com a divulgação dos registros. Se o arquivo tiver informações demais, por que não a morte física?
Alguns dizem que Epstein está vivo e morando em Israel. Impossível não é, porque eles são bem capazes de fazer isso para esnobarem da cara de quem acredita que não podem. Mas também, queimar Epstein como arquivo não faz diferença alguma porque eles têm muitos outros Epsteins agindo da mesma forma ou de outra maneira para cooptar moscas na grande teia.
Mas e Trump? Ora, Trump sempre foi um ególatra, que achava que seu dinheiro comprava tudo. Assim, ele teve suas taras pedófilas e homoafetivas saciadas por Epstein. Assim, ele se tornou uma mosca. A fidelidade de Trump a Israel não é por ideologia ou por convicção, é por chantagem. Nessa chantagem, Trump obedece e o American First, MAGA e todas essas bobagens de patriotada não passam de propaganda para contadores de hino pra pneu no norte.
No fundo é Israel First. Não porque gostam de Israel, mas pelo egocentrismo deles, que sabem que só Israel pode entronizar ou derrubar qualquer uma das suas moscas. Essa é a realidade da República Plotucrática do Sionistão, vulgo Estados Unidos da América."

Texto do professor Thomas de Toledo