POESIA SOLTA!
POESIA SOLTA!
UMA MÉDICA DE QUINZE ANITOS!
Uma menina de 15 anos entrou para a Faculdade de Medicina! Quinze anitos! Eu entrei tarde para a primária. Como aquilo era pouca coisa para mim, passaram-me para a 2ª classe! Aí apanhei uma prof que me dava porrada a valer quase todos os dias. Mandaram-me de volta para a primeira classe onde apanhava menos!! Cantávamos o hino tuga e levantávamos a patita para a saudação nazi! Era assim no tempo da ditadura! Mais tarde, muito mais tarde, no liceu, em "liberdade", um aluno perguntou à prof porque é que não de dava 20 valores!? Resposta; ninguém "recebe" vintes! Ok!
Aos 22 e já com um pé na ESBAP com olho no curso de arquitectura, parei e disse para mim: mas que caralho é que ando aqui a fazer??? Emigrei e andei por lá uns 20 anos! Ganhei uns dólares jeitosos a vergar a mola na construção! Fiz dois filhos, a mulher mandou-me à merda, tenho 16 livros de BD publicados, um carro com 36 anos, uma motinha nova, um salário mínimo(quase!) e passo os fim-de-semana a visitar tascas com o maralhal das motas! Só bebem dois copitos e estão sempre a esfregarem-se no alcatrão!
Pinar, agora, é só quando apanho uma tola... e estão cada vez mais esquisitas! Mas... tá-se! Gostei da entrevista da menina que já deve ser médica operadora! Os gatitos e cães da vizinhança fogem dela como o Diabo da cruz!! Diz-que! É espevitada e o paizinho é médico!
O meu, até teve três restaurantes e mandou-me sempre à merda! Não me queria por perto nem a assar frangos! A velha já está no lar a borrar-se toda nas fraldas! Eich sorte malvada! Agora estou à espera da herança! São uns troquitos porque o grosso da maquia desapareceu! A Passareca chorou muito no funeral do velho! Hummmm... Não admirava a gaja andar sempre a trocar de carro! Que a matrafona sacava o tusto aos velhos lá isso sacava! O que é que eles lhe faziam? Lambiam-lhe a passareca! Pois; daí a alcunha! Bá... bou-me desta! Inté!!
O Diário de Anne Frank: uma fraude!
Há muitas histórias sobre como teria surgido o famigerado Diário de Anne Frank — cada uma contradizendo e desqualificando a anterior — e, apesar do grande empenho dessas entidades judias especializadas em falsificações,
nunca lograram fabricar nada de realmente convincente. Pelo contrário, a fraude é evidente e só a boa-fé ou a credulidade das pessoas ainda lhe dá algum alento.
Numa dessas histórias — logo filmada preto-e-branco — os "originais" teriam sido encontrados no sótão por trás da parede falsa do apartamento onde a família Frank se escondera. Segundo o obscuro enredo da lenda, os descuidados agentes da Gestapo que reviraram e esquadrinharam o apartamento não viram o diário, um grosso volume de capa dura... Mais sorte teve a vizinha que o encontrou de imediato! Mas sorte mesmo, teve o pai de
Annelise, o banqueiro Otto Frank. Quando este voltou de Auschwitz após a guerra, foi visitar o apartamento e sem saber que a vizinha já tinha encontrado o diário, encontrou-o novamente, desta vez no meio de outros papéis no chão do aposento! Já o tinham encontrado, também, no forro do tecto! E foi esse o teor do confuso testemunho que Otto Frank apresentou ao
tribunal onde foi julgado no processo que lhe moveu o argumentista judeu Meyer Levin.
A história do "diário" e das suas inúmeras edições e reedições, sempre espantosamente "melhoradas" e “actualizadas", está repleta de desentendimentos e demandas judiciais entre o pai, o tio, os editores, o compilador, o ghost-writer, enfim, todos de olho no filão interminável que representa a posse dos direitos autorais.
Em 1959 o escritor Meyer Levin, que se apresenta como o verdadeiro autor do "diário", moveu uma ação contra Otto Frank por falta de pagamento. Na ocasião, especialistas do American Council Letter atestaram que o "diário" não poderia ser obra de uma adolescente, e tudo desmoronou quando grafologistas e peritos do tribunal, além de apontarem as escandalosas inconsistências de estilo e de grafia, ainda encontraram várias passagens do "diário" escritas com caneta esferográfica, que só foi inventada vários anos depois da morte da menina.
O ghost-writer Meyer Levin ganhou a acção, e o banqueiro Otto Frank foi condenado pelo Supremo Tribunal dos Estados Unidos a pagar-lhe uma indemnização de cinquenta mil dólares.
Para sustentar e reforçar a história do "diário", e do "holocausto", inauguraram em Amsterdão um "Museu Anne Frank", onde crédulos e ingénuos turistas são levados a assistir à encenação do infindável e lucrativo “sofrimento” judaico.
OBSERVAÇÕES:
Apesar de vários países – como nas mais sórdidas ditaduras – cidadãos que ousam questionar as "verdades" impingidas pelo Congresso Mundial Judaico, a denúncia de fraudes históricas vem derrubando, uma a uma, os grandes mitos do “holocausto” judeu!, entre os quais o Diário de Anne Frank, que era um dos seus mais importantes sustentáculos, por se dirigir aos corações e às mentes impressionáveis de crianças e adolescentes.
Hoje causa espanto a ultrajante desfaçatez com que essas organizações judaicas fingem ignorar as provas da escandalosa fraude do "diário", e continuam – sem nenhum pudor – com o cínico embuste, pregando o nome "Anne Frank" a institutos, teatros, colégios, e a ruas e praças das nossas cidades.
Robert Faurisson é especialista na análise de textos e documentos históricos e ensinou literatura francesa na Universidade de Lyon de 1974 até 1990. Os seus escritos sobre a questão do holocausto apareceram em vários livros e em numerosos estudos e trabalhos académicos.
QUIM TRAMPOLIM
“O CARACOL QUE FAZIA CÓCÓ DE VÁRIAS CORES”!
Quim Trampolim era assim chamado porque os seus colegas de escola lhe puseram a alcunha. É que o rapaz nunca parava! Sempre a correr de um lado para o outro, aos pulos, a trepar árvores, a saltar muros e sei lá que mais. O raio do ganapo não parava!
Naquele dia de Verão, num Sábado, saltou imediatamente da cama, às seis horas da manhã, para ir ver desenhos animados! Todas as crianças faziam o mesmo, para desespero dos pais, que queriam dormir mais um pouquinho. Quim tem nove anos e, diz-se investigador! Gosta de ver programas de televisão sobre bicharada. Assim, quando ligou a TV, estava a passar um documentário sobre caracóis! Quim gosta muito de caracóis mas, não para os comer! – “Blhéc” disse ele!
Resolveu então, pesquisar sobre caracóis. Tinha visto alguns no terreno da parte de trás da casa. E lá foi ele, com a sua lupa na mão. Andava sempre com uma lupa, no bolso de trás dos calções. Ele chamava-lhe scope porque foi assim que aprendeu na escola, com os seus colegas canadianos. Quim Trampolim nasceu no Canadá, onde vivia com os seus pais. Depois mudaram-se para Portugal mas, nunca mais se esqueceu da palavra scope!
Na parte do terreno onde ele tinha visto alguns caracóis a passear, agachou-se, sacou da lupa e começou a pesquisar os rastos de baba dos caracóis. Reparou, com a sua scope que havia umas caganitas que ele, imediatamente reconheceu com sendo caganitas de caracol e estas caganitas tinham várias cores! – “Ui, que estranho”, disse ele! Investigou, investigou até que descobriu que os caracóis andavam a comer os rótulos das garrafas, latas de feijão, etecetera, que estavam dentro do balde da reciclagem! – “Ora bolas” disse o Quim! “Eu a pensar que eram caracóis extraterrestres”!
CHUCK! CHUCK NORRIS!
Fui em tempos idos um gajo fanático por cinema. Já a viver em Toronto, cheguei a ir todos os dias ao cinema. Saía do trabalho, cansado, depois de oito horas de labuta na construção, corria para casa e ala que se faz tarde, para o cinema! Por aqueles lados do Atântico as estreias eram constantes. Muitos dos filmes eram para consumo interno seja nos EUA ou Canadá. Alguns desses filmes, se algum dia viessem para a Europa, eram falhanços épicos de bilheteira! Comédias fraquinhas do Adam Sandler e o seu grupinho de judeus(sim tudo judeus!), de gargalhada de cenas parvinhas era mato! Eu via toda a trampa! Aliás, via tudo!Ainda há pessoas respeitáveis, lúcidas, honestas e imparciais. Enquanto assim for, nada está perdido, diz Pedro Gamboa, de Viriato Soromenho Marques, que fala assim da sociedade iraniana;
Bruno Carvalho (jornalista) in Facebook aos 24.02.2026
"A Polícia Judiciária usou um ladrão como isco para tentar incriminar diplomatas russos em Portugal por um furto com o qual estes não têm nada a ver.
A tanga sionista para fazer chorar as pedras da calçada!
Pois pois! Depois são os russos os maus que destroem os seus próprios pipelines! Tanta hipocrisia senhores...
Então os EUA sabiam que a Ucrânia iria destruir o Nord Stream três meses antes do ataque? Porque é que os nossos políticos e os seus porta-vozes nos meios de comunicação social insistiram que a Rússia estava por detrás do ataque? Porque é que a NATO utilizou o ataque para justificar a militarização do Mar Báltico e a escalada da guerra por procuração na Ucrânia? Será isto uma admissão de que os nossos governos são belicistas desonestos que manipulam a própria opinião pública? Além disso, parece altamente improvável que os EUA não tenham participado neste ataque e que tenham sido incapazes de o impedir.
Glenn Diesen in Facebook aos 20.2.2026