quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Diário de Anne Frank - Uma fraude!

 

O Diário de Anne Frank: uma fraude!



Há mais de vinte anos Robert Faurisson*
denunciou a impostura do Diário de Anne Frank, e demonstrou através de exaustivas investigações e perícias, não só a ladina fabricação dos diários, mas também desmascarou o escandaloso negócio em que se transformou mais essa falsificação histórica.

Há muitas histórias sobre como teria surgido o famigerado Diário de Anne Frank — cada uma contradizendo e desqualificando a anterior — e, apesar do grande empenho dessas entidades judias especializadas em falsificações,

nunca lograram fabricar nada de realmente convincente. Pelo contrário, a fraude é evidente e só a boa-fé ou a credulidade das pessoas ainda lhe dá algum alento.

Numa dessas histórias — logo filmada preto-e-branco — os "originais" teriam sido encontrados no sótão por trás da parede falsa do apartamento onde a família Frank se escondera. Segundo o obscuro enredo da lenda, os descuidados agentes da Gestapo que reviraram e esquadrinharam o apartamento não viram o diário, um grosso volume de capa dura... Mais sorte teve a vizinha que o encontrou de imediato! Mas sorte mesmo, teve o pai de

Annelise, o banqueiro Otto Frank. Quando este voltou de Auschwitz após a guerra, foi visitar o apartamento e sem saber que a vizinha já tinha encontrado o diário, encontrou-o novamente, desta vez no meio de outros papéis no chão do aposento! Já o tinham encontrado, também, no forro do tecto! E foi esse o teor do confuso testemunho que Otto Frank apresentou ao

tribunal onde foi julgado no processo que lhe moveu o argumentista judeu Meyer Levin.

A história do "diário" e das suas inúmeras edições e reedições, sempre espantosamente "melhoradas" e “actualizadas", está repleta de desentendimentos e demandas judiciais entre o pai, o tio, os editores, o compilador, o ghost-writer, enfim, todos de olho no filão interminável que representa a posse dos direitos autorais.

Em 1959 o escritor Meyer Levin, que se apresenta como o verdadeiro autor do "diário", moveu uma ação contra Otto Frank por falta de pagamento. Na ocasião, especialistas do American Council Letter atestaram que o "diário" não poderia ser obra de uma adolescente, e tudo desmoronou quando grafologistas e peritos do tribunal, além de apontarem as escandalosas inconsistências de estilo e de grafia, ainda encontraram várias passagens do "diário" escritas com caneta esferográfica, que só foi inventada vários anos depois da morte da menina.

O ghost-writer Meyer Levin ganhou a acção, e o banqueiro Otto Frank foi condenado pelo Supremo Tribunal dos Estados Unidos a pagar-lhe uma indemnização de cinquenta mil dólares.

Para sustentar e reforçar a história do "diário", e do "holocausto", inauguraram em Amsterdão um "Museu Anne Frank", onde crédulos e ingénuos turistas são levados a assistir à encenação do infindável e lucrativo “sofrimento” judaico.


OBSERVAÇÕES:

Apesar de vários países – como nas mais sórdidas ditaduras – cidadãos que ousam questionar as "verdades" impingidas pelo Congresso Mundial Judaico, a denúncia de fraudes históricas vem derrubando, uma a uma, os grandes mitos do “holocausto” judeu!, entre os quais o Diário de Anne Frank, que era um dos seus mais importantes sustentáculos, por se dirigir aos corações e às mentes impressionáveis de crianças e adolescentes.

Hoje causa espanto a ultrajante desfaçatez com que essas organizações judaicas fingem ignorar as provas da escandalosa fraude do "diário", e continuam – sem nenhum pudor – com o cínico embuste, pregando o nome "Anne Frank" a institutos, teatros, colégios, e a ruas e praças das nossas cidades.





Robert Faurisson é especialista na análise de textos e documentos históricos e ensinou literatura francesa na Universidade de Lyon de 1974 até 1990. Os seus escritos sobre a questão do holocausto apareceram em vários livros e em numerosos estudos e trabalhos académicos.

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