quarta-feira, 26 de agosto de 2026

UMA MÉDICA DE QUINZE ANITOS



UMA MÉDICA DE QUINZE ANITOS!

Uma menina de 15 anos entrou para a Faculdade de Medicina! Quinze anitos! Eu entrei tarde para a primária. Como aquilo era pouca coisa para mim, passaram-me para a 2ª classe! Aí apanhei uma prof que me dava porrada a valer quase todos os dias. Mandaram-me de volta para a primeira classe onde apanhava menos!! Cantávamos o hino tuga e levantávamos a patita para a saudação nazi! Era assim no tempo da ditadura! Mais tarde, muito mais tarde, no liceu, em "liberdade", um aluno perguntou à prof porque é que não de dava 20 valores!? Resposta; ninguém "recebe" vintes! Ok!

Aos 22 e já com um pé na ESBAP com olho no curso de arquitectura, parei e disse para mim: mas que caralho é que ando aqui a fazer??? Emigrei e andei por lá uns 20 anos! Ganhei uns dólares jeitosos a vergar a mola na construção! Fiz dois filhos, a mulher mandou-me à merda, tenho 16 livros de BD publicados, um carro com 36 anos, uma motinha nova, um salário mínimo(quase!) e passo os fim-de-semana a visitar tascas com o maralhal das motas! Só bebem dois copitos e estão sempre a esfregarem-se no alcatrão!

Pinar, agora, é só quando apanho uma tola... e estão cada vez mais esquisitas! Mas... tá-se! Gostei da entrevista da menina que já deve ser médica operadora! Os gatitos e cães da vizinhança fogem dela como o Diabo da cruz!! Diz-que! É espevitada e o paizinho é médico! 

O meu, até teve três restaurantes e mandou-me sempre à merda! Não me queria por perto nem a assar frangos! A velha já está no lar a borrar-se toda nas fraldas! Eich sorte malvada! Agora estou à espera da herança! São uns troquitos porque o grosso da maquia desapareceu! A Passareca chorou muito no funeral do velho! Hummmm... Não admirava a gaja andar sempre a trocar de carro! Que a matrafona sacava o tusto aos velhos lá isso sacava! O que é que eles lhe faziam? Lambiam-lhe a passareca! Pois; daí a alcunha! Bá... bou-me desta! Inté!!

Diário de Anne Frank - Uma fraude!

 

O Diário de Anne Frank: uma fraude!



Há mais de vinte anos Robert Faurisson*
denunciou a impostura do Diário de Anne Frank, e demonstrou através de exaustivas investigações e perícias, não só a ladina fabricação dos diários, mas também desmascarou o escandaloso negócio em que se transformou mais essa falsificação histórica.

Há muitas histórias sobre como teria surgido o famigerado Diário de Anne Frank — cada uma contradizendo e desqualificando a anterior — e, apesar do grande empenho dessas entidades judias especializadas em falsificações,

nunca lograram fabricar nada de realmente convincente. Pelo contrário, a fraude é evidente e só a boa-fé ou a credulidade das pessoas ainda lhe dá algum alento.

Numa dessas histórias — logo filmada preto-e-branco — os "originais" teriam sido encontrados no sótão por trás da parede falsa do apartamento onde a família Frank se escondera. Segundo o obscuro enredo da lenda, os descuidados agentes da Gestapo que reviraram e esquadrinharam o apartamento não viram o diário, um grosso volume de capa dura... Mais sorte teve a vizinha que o encontrou de imediato! Mas sorte mesmo, teve o pai de

Annelise, o banqueiro Otto Frank. Quando este voltou de Auschwitz após a guerra, foi visitar o apartamento e sem saber que a vizinha já tinha encontrado o diário, encontrou-o novamente, desta vez no meio de outros papéis no chão do aposento! Já o tinham encontrado, também, no forro do tecto! E foi esse o teor do confuso testemunho que Otto Frank apresentou ao

tribunal onde foi julgado no processo que lhe moveu o argumentista judeu Meyer Levin.

A história do "diário" e das suas inúmeras edições e reedições, sempre espantosamente "melhoradas" e “actualizadas", está repleta de desentendimentos e demandas judiciais entre o pai, o tio, os editores, o compilador, o ghost-writer, enfim, todos de olho no filão interminável que representa a posse dos direitos autorais.

Em 1959 o escritor Meyer Levin, que se apresenta como o verdadeiro autor do "diário", moveu uma ação contra Otto Frank por falta de pagamento. Na ocasião, especialistas do American Council Letter atestaram que o "diário" não poderia ser obra de uma adolescente, e tudo desmoronou quando grafologistas e peritos do tribunal, além de apontarem as escandalosas inconsistências de estilo e de grafia, ainda encontraram várias passagens do "diário" escritas com caneta esferográfica, que só foi inventada vários anos depois da morte da menina.

O ghost-writer Meyer Levin ganhou a acção, e o banqueiro Otto Frank foi condenado pelo Supremo Tribunal dos Estados Unidos a pagar-lhe uma indemnização de cinquenta mil dólares.

Para sustentar e reforçar a história do "diário", e do "holocausto", inauguraram em Amsterdão um "Museu Anne Frank", onde crédulos e ingénuos turistas são levados a assistir à encenação do infindável e lucrativo “sofrimento” judaico.


OBSERVAÇÕES:

Apesar de vários países – como nas mais sórdidas ditaduras – cidadãos que ousam questionar as "verdades" impingidas pelo Congresso Mundial Judaico, a denúncia de fraudes históricas vem derrubando, uma a uma, os grandes mitos do “holocausto” judeu!, entre os quais o Diário de Anne Frank, que era um dos seus mais importantes sustentáculos, por se dirigir aos corações e às mentes impressionáveis de crianças e adolescentes.

Hoje causa espanto a ultrajante desfaçatez com que essas organizações judaicas fingem ignorar as provas da escandalosa fraude do "diário", e continuam – sem nenhum pudor – com o cínico embuste, pregando o nome "Anne Frank" a institutos, teatros, colégios, e a ruas e praças das nossas cidades.





Robert Faurisson é especialista na análise de textos e documentos históricos e ensinou literatura francesa na Universidade de Lyon de 1974 até 1990. Os seus escritos sobre a questão do holocausto apareceram em vários livros e em numerosos estudos e trabalhos académicos.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Quim Trampolim 1

 


QUIM TRAMPOLIM

“O CARACOL QUE FAZIA CÓCÓ DE VÁRIAS CORES”!


Quim Trampolim era assim chamado porque os seus colegas de escola lhe puseram a alcunha. É que o rapaz nunca parava! Sempre a correr de um lado para o outro, aos pulos, a trepar árvores, a saltar muros e sei lá que mais. O raio do ganapo não parava!

Naquele dia de Verão, num Sábado, saltou imediatamente da cama, às seis horas da manhã, para ir ver desenhos animados! Todas as crianças faziam o mesmo, para desespero dos pais, que queriam dormir mais um pouquinho. Quim tem nove anos e, diz-se investigador! Gosta de ver programas de televisão sobre bicharada. Assim, quando ligou a TV, estava a passar um documentário sobre caracóis! Quim gosta muito de caracóis mas, não para os comer! – “Blhéc” disse ele!

Resolveu então, pesquisar sobre caracóis. Tinha visto alguns no terreno da parte de trás da casa. E lá foi ele, com a sua lupa na mão. Andava sempre com uma lupa, no bolso de trás dos calções. Ele chamava-lhe scope porque foi assim que aprendeu na escola, com os seus colegas canadianos. Quim Trampolim nasceu no Canadá, onde vivia com os seus pais. Depois mudaram-se para Portugal mas, nunca mais se esqueceu da palavra scope!

Na parte do terreno onde ele tinha visto alguns caracóis a passear, agachou-se, sacou da lupa e começou a pesquisar os rastos de baba dos caracóis. Reparou, com a sua scope que havia umas caganitas que ele, imediatamente reconheceu com sendo caganitas de caracol e estas caganitas tinham várias cores! – “Ui, que estranho”, disse ele! Investigou, investigou até que descobriu que os caracóis andavam a comer os rótulos das garrafas, latas de feijão, etecetera, que estavam dentro do balde da reciclagem! – “Ora bolas” disse o Quim! “Eu a pensar que eram caracóis extraterrestres”!