Bruno Carvalho (jornalista) in Facebook aos 24.02.2026
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
OS OLHOS CERRADOS DA HIPOCRISIA
4 ANOS
4 anos de Operação Militar Especial
4 anos depois, continua a ser aflitiva a forma como a UE sanciona os cidadãos dos Estados-Membros, restringindo-lhes direitos fundamentais, vedando-lhes o acesso à informação que permite conhecer "o outro lado".
A Rússia está a desencadear uma intervenção necessária à sua sobrevivência e à protecção da russofonia.
A essência, a necessidade e proporcionalidade continuam tão actuais como eram há 4 anos.
A UE deixou-se levar como dano colateral e caiu na armadilha financeira da qual não consegue sair e na da repressão às pessoas que habitam o próprio espaço comunitário.
O empobrecimento da UE é factual. A sua divisão, também. O desarmamento da NATO é inegável.
A Rússia, por sua vez, segue vitoriosa e a desafiar todas as regras da lógica dos "especialistas" ocidentais.
Se tiverem de ser mais 4 anos, a Rússia cá estará.
E o Ocidente?
Alexandre Guerreiro in Facebook aos 24.02.2026
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
ESPIÕES - A MENTIRA COM PERNA CURTA
"A Polícia Judiciária usou um ladrão como isco para tentar incriminar diplomatas russos em Portugal por um furto com o qual estes não têm nada a ver.
Correu mal à PJ, porque a Rússia não teve nada a ver com a situação.
Se houvesse vergonha e decência neste país, o Director Nacional da PJ já se tinha demitido e o Governo emitido um pedido de desculpas a Moscovo."
Alexandre Guerreiro in Facebook aos 20.02.2026
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
CHORAM AS PEDRAS DA CALÇADA!
A tanga sionista para fazer chorar as pedras da calçada!
UCRÂNIA NAZI!
Pois pois! Depois são os russos os maus que destroem os seus próprios pipelines! Tanta hipocrisia senhores...
Então os EUA sabiam que a Ucrânia iria destruir o Nord Stream três meses antes do ataque? Porque é que os nossos políticos e os seus porta-vozes nos meios de comunicação social insistiram que a Rússia estava por detrás do ataque? Porque é que a NATO utilizou o ataque para justificar a militarização do Mar Báltico e a escalada da guerra por procuração na Ucrânia? Será isto uma admissão de que os nossos governos são belicistas desonestos que manipulam a própria opinião pública? Além disso, parece altamente improvável que os EUA não tenham participado neste ataque e que tenham sido incapazes de o impedir.
Glenn Diesen in Facebook aos 20.2.2026
ZELENSKY AO SERVIÇO DOS SIONISTAS NAZIS!
Durante anos, Zelenskyy foi aclamado como um herói. Para alguns, ainda o é. Agora foi desmascarado.
Eis a história da Ucrânia e de Volodomyr Zelenskyy que não ouvirá dos media.
Zelenskyy nunca teve as cartas na mão. Não é um líder corajoso a dar cartas. É um homem desesperado, agarrado ao poder num regime em colapso — sustentado pelo dinheiro, armas e propaganda ocidentais. E com a Ucrânia a perder a guerra das relações públicas e a guerra real, ele está em pânico.
A Ucrânia não foi um actor independente nesta guerra. Os verdadeiros detentores do poder estão em Washington, Bruxelas e Londres, a jogar os seus jogos geopolíticos.
Esta guerra foi engendrada para enfraquecer a Rússia. Para entender isto, é preciso compreender a história que nunca nos foi contada.
A Ucrânia e a Rússia estão ligadas há mais de 1.000 anos. Kiev, a capital da Ucrânia, que já foi o coração da Rus de Kiev — o primeiro grande Estado eslavo — lançou as bases para a própria Rússia. O próprio nome da Ucrânia significa "terra fronteiriça" — ou seja, a terra fronteiriça da Rússia!
Durante séculos, foi parte integrante do Império Russo, e não uma nação "oprimida". Mesmo durante a era soviética, a Ucrânia não foi ocupada — era central para a URSS. Até o líder soviético Nikita Khrushchev era ucraniano.
Quando a URSS colapsou, a Ucrânia tornou-se independente e Washington interveio, não para ajudar a Ucrânia, mas para a instrumentalizar contra a Rússia.
Os EUA e a NATO mentiram a Gorbachev, prometendo que não se expandiriam "um centímetro sequer para leste". No entanto, a NATO invadiu a Polónia e os Estados Bálticos.
A Ucrânia era o prémio máximo da NATO.
O Ocidente despejou milhares de milhões na Ucrânia — financiando grupos políticos pró-NATO, ONG e os meios de comunicação social para fabricar um Estado anti-Rússia.
Em 2004, a CIA apoiou a "Revolução Laranja", anulando uma eleição que favorecia um candidato pró-Rússia. O verdadeiro golpe aconteceu em 2014.
O presidente democraticamente eleito da Ucrânia, Viktor Yanukovych, rejeitou um acordo comercial com a UE que teria destruído a economia ucraniana. Isto era inaceitável para Washington. "Removeram-no" através de uma revolução colorida, fabricada!
A chamada "Revolução Maidan" não foi um movimento popular. Foi um golpe apoiado pela CIA, orquestrado por funcionários como Victoria Nuland. Tão descarada foi Washington, que Nuland chegou a ser apanhada numa chamada que foi divulgada, escolhendo a dedo o próximo líder da Ucrânia ainda antes da saída de Yanukovych.
As multidões violentas que tomaram Kiev não eram manifestantes pacíficos. Eram lideradas por grupos neonazis como o Batalhão Azov, grupos que celebram abertamente os colaboradores nazis e usam insígnias das SS.
Esses mesmos grupos recebem agora armas ocidentais.
O regime pós-golpe proibiu então a língua russa, atacando diretamente milhões de ucranianos russófonos no leste.
Donbass e Crimeia disseram basta! A Crimeia realizou um referendo e mais de 90% votaram pelo regresso à Rússia. O Donbass também votou pela independência.
O povo do Donbass rejeitou Kiev, mas Kiev não os deixou partir. Em vez disso, lançaram uma guerra brutal contra o seu próprio povo, bombardeando civis durante oito anos. Onde estava a indignação ocidental? Em lado nenhum!
E Zelenskyy? Quem é ele? É um líder orgânico que surgiu do nada ou foi imposto?
A Covert Action noticiou que, em 2020, Zelenskyy se encontrou secretamente com o chefe do MI6, Richard Moore. Porque é que um presidente estrangeiro se reuniria com o principal espião do Reino Unido em vez do seu primeiro-ministro?
Zelenskyy é um agente do Reino Unido? Segundo os relatos, é protegido pessoalmente pela segurança britânica, e não pela ucraniana. Quando visitou o Vaticano, ignorou o Papa e encontrou-se com um bispo britânico. Adivinhem quem mais estava lá? Richard Moore, do MI6, outra vez! Que coincidência.
Antes da política, Zelenskyy foi comediante e ator, interpretando literalmente o presidente num programa de TV. Depois, com a ajuda das equipas de relações públicas ocidentais, a ficção tornou-se realidade.
A sua campanha foi financiada pelo oligarca Ihor Kolomoisky, dono da maior empresa petrolífera e do maior banco da Ucrânia.
Uma vez no poder, a prioridade de Zelenskyy não era combater a corrupção, era garantir que a BlackRock e os bancos ocidentais dominavam a economia ucraniana.
Entretanto, desviou milhões para contas offshore e terá adquirido uma mansão de 34 milhões de dólares em Miami, além de um apartamento em Londres.
Em 2022, a NATO tinha armado a Ucrânia até aos dentes, e Kiev tinha acumulado forças perto do Donbass. A Rússia tinha três escolhas: deixar o Donbass enfrentar a limpeza étnica que estava a ser vítima, deixar que a NATO transformasse a Ucrânia numa base militar ou... intervir!! Foi o que fizeram, tal como outras nações fariam nestas circunstâncias!
A comunicação social gritou "invasão não provocada"! Mas a expansão da NATO, o golpe de 2014, oito anos de guerra no Donbass, foi tudo programado! Esta guerra foi provocada ponto por ponto e a Ucrânia foi simplesmente utilizada como um mero peão!
Com a Ucrânia a perder, Zelenskyy está a ser abandonado. Donald Trump disse-lhe: "Não tem as cartas na mão"! Tem razão e tocou na ferida! A Ucrânia precisa de uma intervenção ocidental directa, para vencer e isso significaria que a Terceira Guerra Mundial poderia ser inevitável. É tempo de o mundo acordar para esta realidade.
A guerra na Ucrânia foi deliberadamente provocada pelo Ocidente. Zelenskyy é apenas mais um fantoche! O seu tempo está a esgotar-se... e Trump sabe-o!
A questão é: Vê a verdade agora ou ainda vê Zelensky como um herói?
Crédito ao "The General Consensus" por este artigo.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
EX-PRÍNCIPE????
O QUE É ISSO DE EX-PRÍNCIPE???
O BICHO NASCEU DE UMA RAÍNHA,
LOGO É UM PRÍNCIPE... PARA SEMPRE! DASSE! PENSO EU DE QUE...
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
O REI DO POMBAL!
A1 CORTADA EM COIMBRA - RESSUSCITEM O MARQUÊS DE POMBAL
Há desastres naturais. E há desastres cuidadosamente preparados pela inércia humana. O que aconteceu junto ao Mondego, com o colapso do dique e a subsequente ferida aberta na Autoestrada 1, não surgiu de surpresa, como um capricho súbito das águas. Não foi um relâmpago em céu limpo. Foi, antes, um acontecimento anunciado - repetido, descrito, antecipado durante dias por técnicos, autarcas e pela própria evidência do rio a subir lentamente, como quem avisa antes de entrar.
Durante duas semanas soube-se que os diques estavam sob pressão. Soube-se que o caudal aumentava. Soube-se que o risco existia. E, sobretudo, soube-se que havia um ponto sensível: a zona onde o dique protegia o talude que sustenta uma das infraestruturas rodoviárias mais importantes do país. Nada disto pertence ao domínio do imprevisível. Pertence ao domínio da decisão. Mas a engenharia que não chegou a acontecer Em proteção hidráulica, há uma regra simples: quando o risco cresce todos os dias, intervém-se antes do pico, não depois do colapso.
As soluções não exigiam milagres tecnológicos nem ciência futurista. Pediam apenas aquilo que a engenharia conhece há séculos:
- reforço do dique com enrocamento pesado;
- estabilização do talude com cascalho, geotêxtis e drenagens;
- proteção dos pilares contra erosão regressiva;
- obras de emergência capazes, pelo menos, de ganhar tempo.
Ganhar tempo é, muitas vezes, salvar infraestruturas. E salvar infraestruturas é poupar milhões, meses de interrupção e o caos logístico que agora se anuncia. Nada disso aconteceu a tempo. E quando a água finalmente fez o que sempre faz - procurar o ponto mais fraco - já não havia engenharia possível, apenas gestão de danos.
A política do “vamos ver”
Portugal desenvolveu uma especialização curiosa: a arte de monitorizar.
- Monitoriza-se o risco.
- Monitoriza-se a subida do rio.
- Monitoriza-se a previsão meteorológica.
- Monitoriza-se tudo… exceto a decisão.
Entre o alarme técnico e a ação política existe frequentemente um vazio administrativo onde o tempo passa com notável eficiência.
E a natureza, menos paciente, aproveita. Depois chega o momento solene das declarações: “Era impossível prever.” “Foi um evento excecional.” “As estruturas estavam a ser acompanhadas.” Acompanhar, neste caso, revelou-se uma forma elegante de assistir.
O custo da inação
Agora, a A1 ficará cortada durante meses. Virão desvios, prejuízos económicos, transtornos diários e obras de emergência muito mais caras do que qualquer prevenção teria sido. É a velha matemática portuguesa: adiar é barato - até deixar de ser. Quando finalmente se intervém, já não se protege. Reconstrói-se. E reconstruir custa sempre mais do que prevenir. Em dinheiro, em tempo e em credibilidade.
Se o Marquês de Pombal estivesse vivo
Depois do terramoto de 1755, Lisboa não ficou à espera de relatórios intermináveis nem de consensos burocráticos. Reconstruiu-se com rapidez, método e autoridade técnica. Pode discutir-se tudo sobre o Marquês de Pombal - menos a capacidade de decidir quando o país ardia, ruía ou inundava.
Hoje, perante um dique a ceder lentamente durante duas semanas, talvez perguntasse apenas: “Já reforçaram?” E perante a resposta negativa, provavelmente não convocaria uma conferência de imprensa. Convocaria pedra, terra, homens e urgência.
O verdadeiro problema
O problema não é apenas hidráulico. É estrutural - mas no Estado. Não falta conhecimento técnico. Não faltam avisos. Não falta experiência histórica. Falta, demasiadas vezes, o momento exato em que alguém decide agir antes da catástrofe, e não apenas explicá-la depois. Porque há uma diferença fundamental entre fatalidade e falha: a fatalidade não avisa durante duas semanas.
A incompetência - essa - vão agora pagando os portugueses, cujo arrependimento de terem optado pela AD, nas últimas eleições legislativas, deve ser agora tremendo.
João Gomes in Facebook aos 12.02.2026
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
UMA CARTA DE AMOR
CARTA DE ALDA LAVADA EM LÁGRIMAS
(Uma carta de amor)
Beto
Escrevo esta carta às duas da manhã e quando a leres, já terei apanhado o avião a caminho da Guiné. Sabes que foi sempre o meu sonho ajudar os pretinhos em África. A nossa relação já não funcionava bem. Gostei-te mas essa coisa de tomares banho poucas vezes é que me irritava. Lembras-te daquela vez que pagaste um quarto numa residencial ali para os lados do Jardim de S. Lázaro? Aquilo era uma espelunca mas não foi por isso que não quis ter sexo contigo. Foi quando tiraste os sapatos, Beto. Empestaste o quarto todo com o cheiro a chulé e isso não te perdoo. Daquela vez exageraste. Há quantos dias não tomavas banho? Houve também aquela vez em que chegaste ao nosso encontro, atrasado, beijaste-me e senti o sabor a bacalhau! Beto, tu sabes muito bem que odeio bacalhau! Senti fiapos de bacalhau assado na brasa na minha boca Beto! Cuspi de nojo, Beto! Devias ter lavado a boca, porra! Bem... agora não interessa! Olha, sempre gostei de ti. Não foi como as outras gajas com quem andaste antes. Nunca tive interesse no teu dinheiro e nem sequer queria saber se o teu pai era dono de três lojas de ferragens ou não. Nunca quis saber de carros desportivos e muito menos do teu Golf GTDI ou lá o que é. É normal aquilo deitar tanto fumo? Ainda gosto um bocadinho de ti mas, vou seguir a minha vida. Foi pena não teres cumprido a promessa de me levares ao Gazela para comer um “cachorro”. Aí, podíamos beijar-nos à vontade. Ambos teríamos salsicha na boca! Um dia, quando formos velhinhos, vamos encontrar-nos no tabuleiro superior da Ponte D. Luís e vamos atirar pedaços de pão sem glúten às gaivotas. Sabes que o glúten é uma espécie de cola. Não ajuda muito a obrar, coitadinhas das gaivotas. Vamos também ter cuidado, para não sermos atropelados pelo Metro! Quero ver-te envelhecer Beto, tu rodeado de netos e eu, rodeada pelos meus mulatinhos! Olha, acho que não seria honesta comigo se não te deixasse estas poucas palavras escritas a BIC fina. Eu sei que vais chorar muito mas não vais chorar mais do que eu. Estou lavada em lágrimas, Beto. Foste o meu primeiro! O homem que me tirou os três e gostei. Gostei mesmo! Até um dia destes Beto. Quero ser tua amiga para sempre. Chau!
Alda
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