sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

ZELENSKY AO SERVIÇO DOS SIONISTAS NAZIS!





Durante anos, Zelenskyy foi aclamado como um herói. Para alguns, ainda o é. Agora foi desmascarado.

Eis a história da Ucrânia e de Volodomyr Zelenskyy que não ouvirá dos media.

Zelenskyy nunca teve as cartas na mão. Não é um líder corajoso a dar cartas. É um homem desesperado, agarrado ao poder num regime em colapso — sustentado pelo dinheiro, armas e propaganda ocidentais. E com a Ucrânia a perder a guerra das relações públicas e a guerra real, ele está em pânico.

A Ucrânia não foi um actor independente nesta guerra. Os verdadeiros detentores do poder estão em Washington, Bruxelas e Londres, a jogar os seus jogos geopolíticos.
Esta guerra foi engendrada para enfraquecer a Rússia. Para entender isto, é preciso compreender a história que nunca nos foi contada.
A Ucrânia e a Rússia estão ligadas há mais de 1.000 anos. Kiev, a capital da Ucrânia, que já foi o coração da Rus de Kiev — o primeiro grande Estado eslavo — lançou as bases para a própria Rússia. O próprio nome da Ucrânia significa "terra fronteiriça" — ou seja, a terra fronteiriça da Rússia!
Durante séculos, foi parte integrante do Império Russo, e não uma nação "oprimida". Mesmo durante a era soviética, a Ucrânia não foi ocupada — era central para a URSS. Até o líder soviético Nikita Khrushchev era ucraniano.

Quando a URSS colapsou, a Ucrânia tornou-se independente e Washington interveio, não para ajudar a Ucrânia, mas para a instrumentalizar contra a Rússia.
Os EUA e a NATO mentiram a Gorbachev, prometendo que não se expandiriam "um centímetro sequer para leste". No entanto, a NATO invadiu a Polónia e os Estados Bálticos.

A Ucrânia era o prémio máximo da NATO.

O Ocidente despejou milhares de milhões na Ucrânia — financiando grupos políticos pró-NATO, ONG e os meios de comunicação social para fabricar um Estado anti-Rússia.

Em 2004, a CIA apoiou a "Revolução Laranja", anulando uma eleição que favorecia um candidato pró-Rússia. O verdadeiro golpe aconteceu em 2014.
O presidente democraticamente eleito da Ucrânia, Viktor Yanukovych, rejeitou um acordo comercial com a UE que teria destruído a economia ucraniana. Isto era inaceitável para Washington. "Removeram-no" através de uma revolução colorida, fabricada!
A chamada "Revolução Maidan" não foi um movimento popular. Foi um golpe apoiado pela CIA, orquestrado por funcionários como Victoria Nuland. Tão descarada foi Washington, que Nuland chegou a ser apanhada numa chamada que foi divulgada, escolhendo a dedo o próximo líder da Ucrânia ainda antes da saída de Yanukovych.
As multidões violentas que tomaram Kiev não eram manifestantes pacíficos. Eram lideradas por grupos neonazis como o Batalhão Azov, grupos que celebram abertamente os colaboradores nazis e usam insígnias das SS.
Esses mesmos grupos recebem agora armas ocidentais.
O regime pós-golpe proibiu então a língua russa, atacando diretamente milhões de ucranianos russófonos no leste.
Donbass e Crimeia disseram basta! A Crimeia realizou um referendo e mais de 90% votaram pelo regresso à Rússia. O Donbass também votou pela independência.
O povo do Donbass rejeitou Kiev, mas Kiev não os deixou partir. Em vez disso, lançaram uma guerra brutal contra o seu próprio povo, bombardeando civis durante oito anos. Onde estava a indignação ocidental? Em lado nenhum!
E Zelenskyy? Quem é ele? É um líder orgânico que surgiu do nada ou foi imposto?

A Covert Action noticiou que, em 2020, Zelenskyy se encontrou secretamente com o chefe do MI6, Richard Moore. Porque é que um presidente estrangeiro se reuniria com o principal espião do Reino Unido em vez do seu primeiro-ministro?
Zelenskyy é um agente do Reino Unido? Segundo os relatos, é protegido pessoalmente pela segurança britânica, e não pela ucraniana. Quando visitou o Vaticano, ignorou o Papa e encontrou-se com um bispo britânico. Adivinhem quem mais estava lá? Richard Moore, do MI6, outra vez! Que coincidência.
Antes da política, Zelenskyy foi comediante e ator, interpretando literalmente o presidente num programa de TV. Depois, com a ajuda das equipas de relações públicas ocidentais, a ficção tornou-se realidade.
A sua campanha foi financiada pelo oligarca Ihor Kolomoisky, dono da maior empresa petrolífera e do maior banco da Ucrânia.
Uma vez no poder, a prioridade de Zelenskyy não era combater a corrupção, era garantir que a BlackRock e os bancos ocidentais dominavam a economia ucraniana.
Entretanto, desviou milhões para contas offshore e terá adquirido uma mansão de 34 milhões de dólares em Miami, além de um apartamento em Londres.

Em 2022, a NATO tinha armado a Ucrânia até aos dentes, e Kiev tinha acumulado forças perto do Donbass. A Rússia tinha três escolhas: deixar o Donbass enfrentar a limpeza étnica que estava a ser vítima, deixar que a NATO transformasse a Ucrânia numa base militar ou... intervir!! Foi o que fizeram, tal como outras nações fariam nestas circunstâncias!
A comunicação social gritou "invasão não provocada"! Mas a expansão da NATO, o golpe de 2014, oito anos de guerra no Donbass, foi tudo programado! Esta guerra foi provocada ponto por ponto e a Ucrânia foi simplesmente utilizada como um mero peão!

Com a Ucrânia a perder, Zelenskyy está a ser abandonado. Donald Trump disse-lhe: "Não tem as cartas na mão"! Tem razão e tocou na ferida! A Ucrânia precisa de uma intervenção ocidental directa, para vencer e isso significaria que a Terceira Guerra Mundial poderia ser inevitável. É tempo de o mundo acordar para esta realidade.
A guerra na Ucrânia foi deliberadamente provocada pelo Ocidente. Zelenskyy é apenas mais um fantoche! O seu tempo está a esgotar-se... e Trump sabe-o!

A questão é: Vê a verdade agora ou ainda vê Zelensky como um herói?


Crédito ao "The General Consensus" por este artigo.

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