Zelensky quer guerra. O que Zelensky quer e que o mandam fazer, é uma guerra na Europa... e já! São os seus "primos" judeus sionistas de Israhell que o mandam fazer! Israhell precisa urgentemente de uma qualquer e grande distração que tire os olhos daquele pedaço de espécie de país que está a perder população a olhos vistos. Também está a perder os soldados assassinos! Os EUA julgam mais uma vez, que estarão a salvo de uma hipotética guerra mundial. Não, não vão estar a salvo coisa nenhuma! (Suspeito que a visita de Putin ao Alasca foi para "cheirar" coisas! Penso eu!)
O Major General Agostinho Costa tem acertado em todas as previsões. O vómito que por aí debitam sobre o homem, só vem demonstrar que o povo português está cada vez mais burro. Demonstram um desconhecimento assustador sobre todos os assuntos! Vou aqui partilhar via Facebook - onde estou mais uma vez castigado de comentar sobre a corja sionista! - o texto é de Tita Alvarez e foi publicado no dia 1 de Outubro de 2025.
"Na sequência dos desenvolvimentos mais recentes no palco de guerra Leste-Europeu, a análise do Major-General Agostinho Costa, especialista em segurança e defesa, não podia ser mais clara: o conflito entrou numa fase de perigosidade extrema. A sua leitura da situação actual desenha um panorama de tensão máxima, onde um único evento poderá ditar a escalada.
Agostinho Costa emite um aviso solene: a Europa navega em águas perigosíssimas. A possibilidade de um incidente de grandes proporções, com um poder de contaminação capaz de expandir dramaticamente as frentes de batalha, é agora uma ameaça credível. "Estamos perigosamente próximos do precipício", confirma, "onde um único episódio pode funcionar como o rastilho para alastrar as chamas da guerra".
Esta atmosfera de volatilidade é, na sua opinião, alimentada pela estratégia do Presidente ucraniano. Volodymyr Zelensky estará a adoptar uma postura que fragmenta e neutraliza de forma activa as capacidades da inteligência ocidental, semeando a confusão e dificultando uma avaliação clara do terreno.
Em contraponto, e a nível doméstico, Agostinho Costa observa uma evolução na postura do antigo primeiro-ministro português. António Costa parece ter, finalmente, acordado para a realidade incontornável das ameaças à segurança, depois de um período onde estes assuntos poderão não ter merecido a devida prioridade.
A sua análise vai mais longe, sublinhando que o próprio conceito de defesa do continente se tornou um problema de complexidade intimidante. "A proteção da Europa é hoje um quebra-cabeças estratégico de uma dificuldade imensa", afirma, deixando claro que os modelos do passado já não se aplicam. A guerra, tal como o mundo, sofreu uma mutação profunda.
Para finalizar, o Major-General aborda a questão dos armamentos sofisticados, deixando um ponto crucial: a Ucrânia não possui, por si só, a expertise ou infraestruturas para lançar mísseis de cruzeiro Tomahawk. A sua eventual aparição no campo de batalha só poderá significar uma coisa: que são as mãos norte-americanas a guiar o seu curso, um cenário que atiraria gasolina para uma fogueira já bem acesa."
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