(Na foto, o casal Ceausesc a serem fuzilados!)
Não, depois que a Ucrânia colapsar, a Rússia não marchará sobre a Europa. Os líderes europeus mais inteligentes sabem disso muito bem. Eles não são idiotas; entendem que a Rússia não tem intenção de atacar a Polônia, França ou Alemanha. Essa ideia toda não passa de propaganda para assustar os europeus comuns e fazê-los aceitar um padrão de vida mais baixo e gastar mais para se preparar para uma guerra imaginária com a Rússia. Mas aqui está a questão real: a queda da Ucrânia marcará o fim do globalismo europeu. A multipolaridade terá vencido. É isso que aterroriza os Macrons, Merzes e Starmers.
Esses chamados líderes não são nada mais do que vice-reis do globalismo, cuidadores de uma ideologia concebida pela primeira vez durante o Iluminismo Europeu e depois modificada e expandida pelo Estado Profundo Americano e corporações multinacionais. O papel deles não é proteger suas próprias nações, mas impor ideias e valores globalistas. Eles também sabem que, uma vez que a Ucrânia cair, toda a narrativa da “democracia liberal derrotando o autoritarismo” desmorona junto. E o mesmo acontece com o globalismo, especialmente com Trump se posicionando como um declarado antiglobalista.
Mas, claro, eles não podem admitir isso para seu povo. Não podem dizer: “Sacrificamos sua prosperidade, suas indústrias e seu futuro para servir às corporações multinacionais e ao complexo militar-industrial.” Em vez disso, escondem-se atrás do cansado espectro da “ameaça russa”, como se Moscou estivesse planejando entrar com tanques em Paris ou Londres. Eles assustam seus cidadãos porque o medo é a única ferramenta que lhes resta. Seus dias estão contados. Quando a atual junta ucraniana acabar, primeiro os ucranianos — e depois os europeus — serão deszombificados e perceberão que foram enganados por anos. Então, os líderes de hoje podem muito bem compartilhar o destino de Nicolae e Elena Ceaușescu.
JOANA SILVA in "Verdades e Factos" (FB) aos 2.10.2025

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