"ANDRÉ VENTURA O MORALISTA!
Integrado nos Quadros Permanentes da Autoridade Tributária, do Ministério das Finanças, decidiu esta oferecer-lhe formação, no estrangeiro, no combate à corrupção e fraude fiscal.
O Estado gastou 75.000 euros nesta formação.
Sabedor dos truques todos para fugir ao fisco, em vez de aplicar o que aprendeu, ao serviço da AT, o que fez ele?
Meteu Licença sem Vencimento e foi trabalhar para a FINPARTER, uma empresa especializada em “engenharia fiscal”, um eufemismo para EVASÃO FISCAL E FUGA DE CAPITAIS PARA PARAÍSOS FISCAIS.
Mas não ficou por aqui:
Eleito deputado, fez parte da Comissão de Orçamento e Finanças, para tratar de políticas fiscais, as mesmas políticas e SIMULTANEAMENTE tratava de burlar com esquemas, na FINPARTNER.
Haverá algo que uma empresa de evasão fiscal mais deseje do que ter um dos seus infiltrados no poder legislador?
E teve. O André Ventura.
E teria continuado a trabalhar para deus e para o diabo se não tivesse dado a escorregadela de ter prometido ser deputado em exclusividade de funções. Saiu da FINPARTNER por ter sido obrigado a isso, pelo escândalo.
O trafulha que ajudou poderosos a evadir capitais e impostos, aos milhões, é o mesmo que vem pregar o apocalipse por haver desgraçados a receber a miséria de 200 euros de RSI, como se fosse o RSI quem estivesse a arruinar o Estado e não a brutal fuga fiscal, calculada em cerca de 1.000 milhões anuais, para a qual ele contribuiu.
Exemplos bem recentes: “Enquanto inspetor tributário, André Ventura contribuiu para que uma empresa de Paulo Lalanda de Castro não pagasse mais de 1 milhão de euros em IVA ao Estado. Esta é uma breve história de “podridão” e “vergonha” nas Finanças”
(Franclim Pereira, na página Democracia e Cidadania)

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